O ex-prefeito
de Brejo da Madre de Deus, Dr. Edson Souza, foi o entrevistado desta
terça-feira, dia 14, do programa ‘Cidade em Foco’, que vai ao ar na Rádio Vale
FM. Dr. Edson ocupa atualmente o posto de secretário Municipal de Saúde e não
descarta a possibilidade de voltar o comando do executivo do Brejo.
Na
entrevista, Dr. Edson confirmou sua ida para o PCdoB. Além dele, o seu assessor
direto, Frailan Motta e os vereadores, Manoel Bento e Professor Marcone também
compõe a legenda comunista, que no estado é comandada pela vice-governadora
Luciana Santos.
Dr.
Edson também deixou claro que não definiu o seu futuro político: se apoiará a
reeleição do prefeito HiIário Paulo, se disputará a Prefeitura mais uma vez ou
se apoiará outro nome. Ele afirmou que defende abertamente que o bloco
situacionista deverá fazer uma pesquisa de opinião pública, para só aí, definir
que será o candidato a prefeito do grupo.
“Eu
sempre fui muito claro em relação a isso, temos que ouvir o povo para tomarmos
as nossas decisões, o povo é quem tem que definir. Não podemos fazer as coisas
sem antes analisar uma pesquisa, sem paixão, analisar tudo bem direitinho para
só aí tomar uma decisão”. “Eu sempre trabalhei assim, sempre fiz isso, até
mesmo quando Hilário foi escolhido candidato a prefeito, foi porque o povo
escolheu através de uma pesquisa”, disse ele e seguiu, “há época inclusive o
Hilário teve o nome rechaçado por algumas pessoas, que disseram que Hilário e
Josevaldo seria uma 'chapa fadada ao fracasso', coisa que não aconteceu, pois a
chapa estava sim fadada ao sucesso”.
O
ex-prefeito reconheceu ainda o poderio político do também ex-prefeito Roberto
Asfora, que segundo ele, sempre foi o único adversário do seu grupo político,
desdenhando, por consequência, dos outros nomes que hoje fazem oposição ao
partido Onda Azul. “Ele (Roberto Asfora) sempre foi o nosso único adversário,
os outros todos são pessoas que saíram do nosso grupo para formar outros
grupos”.
Sem
demonstrar pressa, Dr. Edson disse que vai aguardar os desdobramentos em torno
da pandemia de Coronavírus para decidir o que fará do seu futuro político. “Não
sabemos o que vai acontecer no Brasil, dependendo o que vai acontecer com a
gente, até o final de junho vamos definir o que vamos fazer”.
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